o dia se fez
escurecendo entre palavras.
sentimentos.
nas confusões
dos amores e suas versões.
tensão.
padrão.
na brotação das coisas
eu descubro
um coração que dói
de amor
e de temor.
{ouvindo Além do Bem, Além do Mal – Cordel do Fogo Encantado * para Sir Artur ‘eterno cavaleiro’}
25 junho 2009
17 junho 2009
definitivamentenadapramostrar.
Antes que eu me esqueça da minha cabeça
(...) Mas o tempo é piada
Enquanto eu sou quase nada
E o que resta é tão pouco
(...) Vou me distrair, vou pestanejar, vou engatilhar
Mas, não disparar
Entre chuva má ou mágoa sem cessar
Como um dia frio longe do mar (...)
{trechos - Vanguart - Antes que eu me esqueça}
(...) Mas o tempo é piada
Enquanto eu sou quase nada
E o que resta é tão pouco
(...) Vou me distrair, vou pestanejar, vou engatilhar
Mas, não disparar
Entre chuva má ou mágoa sem cessar
Como um dia frio longe do mar (...)
{trechos - Vanguart - Antes que eu me esqueça}
09 junho 2009
quando você falou.
você falou
palavras jogadas
enfeitadas sem intenção
eu chorei
e de você me encantei
toda.
{seu sorriso é um paraíso - nossa ultima canção da noite}
palavras jogadas
enfeitadas sem intenção
eu chorei
e de você me encantei
toda.
{seu sorriso é um paraíso - nossa ultima canção da noite}
04 junho 2009
escolhas
eu escolho cantar
esquecer
maldizer você
eu escolho voltar
sair
chegar
eu escolho falar
gritar
sonhar você
eu escolho deixar
parar
acabar
eu escolho olhar
decorar
decifrar você
eu escolho calar
ceder
desaparecer
eu escolho amar
infinitamente
o meu amor que ama você.
{enquanto você não morrer eu não vou para de sorrir}
esquecer
maldizer você
eu escolho voltar
sair
chegar
eu escolho falar
gritar
sonhar você
eu escolho deixar
parar
acabar
eu escolho olhar
decorar
decifrar você
eu escolho calar
ceder
desaparecer
eu escolho amar
infinitamente
o meu amor que ama você.
{enquanto você não morrer eu não vou para de sorrir}
02 junho 2009
a escolha D’ela #1
caminhou até que o peso da mira não lhe incomodasse mais. parou um instante, olhou para o céu, fechou os olhos e respirou quase aliviada. quem ele era? olhou para trás, pensou em voltar. o que ele queria dela? andando em círculos começou a cantarolar, mas não prestava atenção ao que cantava. aquela varanda não lhe saía da cabeça. uma lágrima caiu sozinha parou no canto da boca e o gosto salgado lhe arrancou um sorriso quase histérico. ela estava decidida a enfrentá-lo. mesmo que isso lhe custasse a vida. aquele ser escondido no alto de um prédio, um covarde assassino, teria de descer e olhar nos seus olhos antes de apertar aquele maldito gatilho. ela pensava com força e com raiva. sua redenção dependia disso. havia escolhido dessa forma, afinal de contas ninguém poderia escolher por ela, a não ser, ela mesma. a garoa desceu junto com a noite. ela estava decida sobre o que fazer, só precisava esperar a hora certa.
{continuação do ping-pong – para entender leia a escolha #4}
enquanto ouvia ‘through glass – stone sour’
{continuação do ping-pong – para entender leia a escolha #4}
enquanto ouvia ‘through glass – stone sour’
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