22 maio 2010

celeuma

celeuma - dijavan


não me deixe sem me ouvir falar
não me faça um troço desse
depois não adianta mãe pra ajudar
é bronca pra ninguém resolver
sem você seria pobre e infeliz
e essa tal eu mal conheço
pois nem que eu estivesse fora de mim
jamais iria com essa aí
por um nada você paga
e quem acaba no sal sou eu
sai comprando sem olhar
o que essa gente quer vender
encrencado, acusado
por uma falta que não condiz
eu prefiro morrer
a dar ouvido a celeuma
e lhe perder

* e no meio das vozes os dois (ele e ela) brigavam por suas próprias opiniões do que achavam que seria uma vida melhor e menos ordinária.

Um comentário:

bruno dumont. disse...

eu sempre imagino ritmos pras tuas palavras... mas elas são complicadas de ritmar!
talvez, algum dia...